Meus Poemas-78.


meus poemas-78.

SIMPLICIDADE.

Em versos simples singelos,
Escrevo o que vai no meu ser
Se os escrevesse num mapa
Os tornaria mais vivos e belos.
Mas eu fujo do que é padrão,
Do que querem que seja feito
Meus versos escritos de coração
São de minha inspiração
Escrevo o que minha alma sente,
Sem usar de grande técnica,
Ou linguagem eloquente.

E o poeta se sente livre
Dos doutores esmerados.
E dos seus escritos floridos.
Isto com todo o meu respeito,
Ao seu belo e grande saber,
Sempre assim fui,nada há a fazer.
Pobres e ricos iliteratos e literatos
Junto as palavras como um buquê
Escrevo,algarismos e símbolos
Junto tudo num grande molho
E presenteio,a quem meus poemas lê.

A leveza no pensar e no sentir
Voando por aí sem gravidade
Levando a saudade do poeta
Que ninguém pode resgatar
Nem sua distancia medir
Os acordes que ficam para dar
Voam na tristeza com o vento
Ficam mortos entre os sonhos
Sonhos que ninguém pode acordar
Mas deixem, deixem o poeta sonhar
Na matemática incompreensível
Por: António Jesus Batalha

meus poemas-78 o mundo

O MUNDO.

O íman que atrai o ser a este mundo,
Como sedução de vagas magnéticas,
De força carnal em atrações poéticas,
O arrasta para morte em lodo profundo.

Esqueceram a força da Palavra triunfante,
Embriagados nas riquezas e nas seduções,
Nadam nesse mar inquieto de ilusões,
Mas são apenas encantos vacilantes.

Sopra a tempestade trazendo a verdade,
Que revela ao coração do homem o engano,
Lembrando que é condenado o ser humano.

Que vive no mundo de ilusões e falsidade,
É destituído da verdade e caminho eterno,
Condenado pela Palavra a viver no inferno.
Por António Jesus Batalha.

meus poemas-78 poeta perfeito.

POETA PERFEITO.

Sonhei que era poeta perfeito,
Que escreve tudo aquilo que sabe,
Mas depressa o sonho foi desfeito,
Nem era o grande poeta eleito,
Nem essa verdade em mim cabe.

Soprou em mim a vera realidade,
A que quis tornar pura a poesia,
Ainda que o sonho deixou saudade,
Mas se houver um pouco de habilidade,
E misturar também alguma fantasia.

Vem poesia como musica na madrugada,
Canta como ave que sussurra ao vento,
Como a luz cintilante pura e imaculada,
Que falando diz tudo ou não diz nada,
Faz que trabalhe forte o pensamento.
Por: António Jesus Batalha.

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